Pra Bailar de Cola Atada - César Oliveira e Rogério Melo
Pra Bailar de Cola Atada - César Oliveira e Rogério Melo
De vereda me acomodo, se "dum" baile sinto cheiro
Sacudo o pó da mangueira, lá no açude do potreiro
Encharco de "amor gaúcho" a estampa de um peão campeiro
Por que sei que na minha terra dá pra confiar nos gaiteiros.
Pra bailar de cola atada campeio a volta do mouro
E um par de esporas prateadas, saio beliscando couro
Levo na alma a esperança de hoje "enfrena" um namoro
E um "três oitão""das confiança" pra "causo" algum desaforo.
Sacudo o pó da mangueira, lá no açude do potreiro
Encharco de "amor gaúcho" a estampa de um peão campeiro
Por que sei que na minha terra dá pra confiar nos gaiteiros.
Pra bailar de cola atada campeio a volta do mouro
E um par de esporas prateadas, saio beliscando couro
Levo na alma a esperança de hoje "enfrena" um namoro
E um "três oitão""das confiança" pra "causo" algum desaforo.
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